terça-feira, 13 de julho de 2010

Biografia da Futura Presidente Dilma.



www.dilma13.com.br

Dilma tinha apenas 14 anos quando o pai morreu. Já havia lido “Germinal”, romance de Emile Zola sobre as sub-humanas condições de vida dos trabalhadores das minas de carvão francesas. Lera também “Humilhados e Ofendidos”, de Dostoiévski, entre os muitos clássicos humanistas que Pedro Rousseff lhe apresentara. O pai ensinara a filha a amar os livros e as pessoas. Agora, ela teria que seguir o aprendizado ao lado dos irmãos, Igor e Zana, e da mãe, dona Dilma, que lutaria com unhas e dentes para manter a família no rumo traçado pelo marido.

Dilma vai fazer o ensino médio no Colégio Estadual Central e, em seguida, a faculdade de economia na Universidade Federal de Minas Gerais, centros de efervescência cultural e política de Belo Horizonte às vésperas do golpe militar de 64. A barra mais pesada viria em 68, quando o AI-5 baixado pelos militares mergulhou o Brasil ainda mais fundo nos porões da repressão.

A adolescência e a juventude são temperadas com literatura, cineclube e discussões políticas nos bares onde o petisco preferido dos rapazes e moças sem dinheiro no bolso é farinha com molho inglês a palito. Dilma e sua geração entram de cabeça na militância política. Com 16 anos ela já está na Polop. Depois na Colina e finalmente na VAR-Palmares -- todas organizações clandestinas, num tempo em que tudo era proibido e que você podia ser preso apenas por escrever num muro a palavra “Liberdade”.

Os trabalhadores eram proibidos de reivindicar melhores condições de trabalho, os estudantes não podiam se organizar, o teatro, o cinema, a literatura e as artes em geral estavam sob forte censura, não existia liberdade de imprensa.

Dilma vê amigos presos, torturados, exilados e assassinados pela repressão. Casa-se com o companheiro de militância Claudio Galeno. Os dois caem na clandestinidade e, para fugir ao cerco da repressão, dividem-se entre diferentes cidades, até que a distância acaba separando o jovem casal.

Pouco depois, ela se apaixona pelo advogado e militante gaúcho Carlos Araújo. Em 1970, é presa e torturada nos porões da Oban e do Dops, em São Paulo. Como jamais participou de qualquer ação armada, a Justiça Militar a condena apenas por “subversão”, com pena de dois anos e um mês de prisão. Seu “crime” foi o mesmo de tantos jovens daqueles anos rebeldes: querer mudar o mundo.

Apesar de condenada a dois anos e um mês de prisão, Dilma só seria libertada depois de quase três anos no presídio Tiradentes, na capital paulista. Ao sair, passa uma temporada em Minas, junto da família, curando as dores do corpo e do espírito.

Em 1973, muda-se para Porto Alegre, onde o marido, Carlos Araújo, também capturado pela repressão, cumpre pena de quatro anos. Araújo é libertado e retoma a advocacia; Dilma passa no vestibular e recomeça os estudos, agora na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, uma vez que a Universidade Federal de Minas Gerais havia jubilado e anulado os créditos dos alunos envolvidos com organizações de esquerda.

Em 75, começa a trabalhar como estagiária na Fundação de Economia e Estatística (FEE), órgão do governo gaúcho, e no ano seguinte torna-se mãe de Paula Rousseff Araújo -- que em setembro de 2010 lhe dará o primeiro neto.

O desgaste do regime militar faz renascer a esperança na volta da democracia. Dilma engaja-se na campanha pela Anistia, e, junto com o marido, ajuda a fundar o PDT do Rio Grande do Sul. Entre 1980 e 85, trabalha na assessoria da bancada estadual do PDT e exerce intensa militância. Atua decididamente no movimento pelas Diretas Já e na campanha de Carlos Araújo a deputado estadual. Ele é eleito em 82, iniciando o primeiro de seus três mandatos consecutivos.

Em 86, o pedetista Alceu Collares, novo prefeito de Porto Alegre, escolhe Dilma para a Secretaria da Fazenda. É o início de uma trajetória administrativa que mais tarde seria reconhecida por três características principais: determinação, competência e sensibilidade social.

A década de 80 chega ao fim com o Brasil realizando a primeira eleição direta para a Presidência após a ditadura. Dilma, então diretora-geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, faz campanha para Leonel Brizola, no primeiro turno, e para Lula, no segundo.

No início dos anos 90, torna-se presidente da Fundação de Economia e Estatística, a mesma FEE onde havia iniciado a vida profissional como estagiária. Em 93, com a eleição de Alceu Collares para o governo do Rio Grande do Sul, assume a Secretaria Estadual de Minas, Energia e Comunicação, iniciando um trabalho que mais à frente seria reconhecido no Brasil inteiro.

Em 94, após 25 anos de relacionamento, separa-se de Carlos Araújo, seu grande amigo até hoje. Em 98, inicia o curso de doutorado em ciências sociais na Unicamp, mas, já envolvida na sucessão estadual gaúcha, não chega a defender tese. Aliados, PDT e PT elegem o petista Olívio Dutra ao governo. Dilma, mais uma vez, ocupa a Secretaria de Minas, Energia e Comunicação. Dois anos depois, com o rompimento da aliança, filia-se ao PT.

Dilma conclui a segunda passagem pelo governo gaúcho no final de 2002. Lula havia sido eleito presidente e, para os gaúchos, não havia dúvidas de que ela deveria ser aproveitada na equipe do novo governo. A torcida era baseada em fatos concretos.

Dilma havia encontrado o setor energético gaúcho em frangalhos. Sem projetos, sem investimentos e sofrendo apagões constantes. Uma situação semelhante à do resto do Brasil. Aliás, já em 1999, Dilma alertara o governo federal sobre o risco de um racionamento no país, mas não foi ouvida.

No Rio Grande do Sul, ela vai à luta. Inicia um programa de obras emergenciais que inclui a implantação de 984 km de linhas de transmissão e a construção de usinas hidrelétricas e termelétricas. Além disso, mobiliza os setores público e privado num grande esforço pela redução do consumo, sem prejudicar a produção nem o bem estar da população.

Com essas e outras medidas, Dilma aumenta em 46% a capacidade do sistema energético gaúcho e faz do Rio Grande do Sul um dos poucos estados brasileiros a não sofrer o racionamento de energia imposto pelo governo FHC entre maio de 2001 e fevereiro de 2002.

Graças a esse trabalho, Lula convida Dilma primeiro para participar da equipe do governo de transição – e, depois de uma única conversa olho no olho, decide que ela será a sua ministra de Minas e Energia.

Entre todos os ministros do novo governo, Dilma é a que recebe uma das tarefas mais complexas: afastar o risco de outro racionamento de energia, condição fundamental para que Lula coloque em prática seu projeto de desenvolvimento econômico e social do país.

Dilma enfrenta e vence esse desafio. Entre 2003 e 2005, comanda uma profunda reformulação, a começar pela criação de um novo marco regulatório para o setor. Investimentos privados são atraídos para a construção de usinas hidrelétricas, termelétricas e eólicas. A capacidade de geração e transmissão de energia é ampliada, e a ameaça de racionamento fica para trás.

Como se fosse pouco, Dilma ainda preside o Conselho de Administração da Petrobrás, introduz o biodiesel na matriz energética brasileira e cria o programa Luz para Todos, que já levou energia elétrica para mais de 11 milhões de brasileiros e brasileiras que, em pleno século 21, viviam na idade das trevas.

Em 2005, a eficiência de Dilma já é largamente reconhecida dentro e fora do governo. Por isso, ninguém se surpreende quando o presidente a escolhe para ocupar a chefia da Casa Civil e, consequentemente, coordenar o trabalho de todo o Ministério. Consolida-se aí a parceria entre Lula e Dilma, que estabeleceria novos marcos para o crescimento do país.

Dilma assume a coordenação de programas estratégicos como o PAC e o Minha Casa, Minha Vida. Coordena, ainda, a Comissão Interministerial encarregada de definir as regras para a exploração do Pré-Sal e integra a Junta Orçamentária do governo. Também participa ativamente de outros projetos fundamentais, como a definição do modelo de TV digital e a implantação de internet banda larga nas escolas públicas.

À frente da Casa Civil, Dilma tem uma atuação decisiva na transformação do Brasil em um país que cresce e, ao mesmo tempo, distribui renda e combate as desigualdades sociais e regionais. Por esse caminho, mais de 13 milhões de brasileiros e brasileiras conquistam emprego com carteira assinada, 24 milhões deixam para trás a pobreza absoluta e 31 milhões passam para a classe média. Em abril de 2009, Dilma revela corajosamente ao país que vai enfrentar outro grande desafio, desta vez no plano pessoal: um câncer linfático. O tratamento não a afasta de sua rotina diária. Em setembro daquele mesmo ano, os médicos anunciam: "Dilma Rousseff encontra-se livre de qualquer evidência de linfoma, com estado geral de saúde excelente”.

No final de março deste ano, Dilma e Lula lançam o PAC 2, que amplia as metas da primeira versão do programa e incorpora uma série de ações inéditas, a maioria delas destinada ao combate dos principais problemas das grandes e médias cidades. No dia 3 de abril, Dilma desincompatibiliza-se do governo e inicia uma nova etapa de sua caminhada em favor de um Brasil cada vez melhor para todos e todas.

E no dia 3 de outubro de 2010, é a vez de você ajudar a escrever um novo capítulo para esta história, elegendo Dilma a primeira mulher presidente do Brasil;Lindberg Senador;Luíz Sérgio Dep. Fed. e Rubinho da Divinéia Dep. Est. Uma mulher para quem “qualquer política pública só vale a pena se mudar a vida das pessoas”. Afinal, desde menina, Dilma sabe a importância de repartir.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Eu no O Globo/Comentários.

Dá uma olhada na data desta postagem no Jornal O Globo Online!!!!!

RubinhoDivinéia - e-mail
15/01/2010 - 21h 45m

Não há nada de novo nessa situação.Em 2008,para Prefeito,Gabeira e César Maia estiveram juntinhos! Essa formação não é nova e será derrotada novamente.Chega de retrocessos no Rio de Janeiro!
A coligação é tão ampla que chega a criar palanques para candidatos ao mesmo cargo!
Que vontade política,não?
Em Outubro é Dilma Presidente;Luíz Sérgio Dep.Fed. e Rubinho da Divinéia Dep.Est. para dar continuidade ao Projeto Brasil do PT que está mudando,para melhor,a vida do povo brasileiro!

Eleições 2010

O Rio Quer.O Rio Merece! Rubinho da Divinéia 13422 Dep.Est. Competência;Justiça e Legalidade.Para Mudar o Jeito de Fazer Política.

domingo, 4 de julho de 2010

Indepêndencia Política.


Postado no Blog do Emir Sader em 03/07/2010.

Para quem quer que o Brasil siga o caminho atual, consolide as transformações iniciadas pelo governo Lula, as aprofunde e promova as transformações estruturais que permitirão fazer do Brasil uma sociedade, justa, soberana, solidária – é condição indispensável a vitória de Dilma Rousseff.

O segundo objetivo, estreitamente vinculado a esse, condição mesma do seu sucesso, é eleger uma bancada parlamentar, na Câmara e no Senado, com maioria de esquerda. Para não necessitar de alianças que comprometam o projeto essencial do governo, para não depender de negociações difíceis e muitas vezes infrutíferas com partidos aliados, mas que não comungam das diretrizes essenciais do governo. Para não ter que entregar Ministérios fundamentais – como os da Agricultura, da Comunicação, da Defesa, das Cidades – a partidos cujas orientações muitas vezes defendem interesses que estão em contradição com políticas essenciais de superação do neoliberalismo.

A aliança com o PMDB se dá não por uma opção preferencial por alianças com esse ou outro partido fora do campo popular. Tanto assim que o governo começou sem ter incorporado ao PMDB, o que levou a que quase fosse derrubado, em 2005, por não ter maioria no Congresso. E ainda teve que entregar cargos estratégicos a esse partido e a outros similares do ponto de vista ideológico, para dispor dessa maioria parlamentar indispensável para governar. As alianças foram necessárias por falta de maioria do campo popular no Congresso – objetivo pelo qual temos que lutar duramente nestas eleições.

Um governo democrático, popular, nacional, soberano, com capacidade para implementar definitivamente um modelo econômico centrado no capital produtivo, inerentemente vinculado à distribuição de renda, à universalização de direitos e à expansão continua do mercado interno de consumo popular, que consolide nossa soberania externa, em torno das alianças prioritárias com os países latinoamericanos e com os do Sul do mundo – requer uma força própria, que não dependa de maioria conjunturais ou de alianças que demandam em troca concessões em temas essenciais para a plataforma da campanha da Dilma.

Por isso temos que centrar esforços especiais em eleger uma maioria parlamentar – na Câmara e no Senado – dos partidos de esquerda: do PT, do PSB, do Pc do B, do PDT, e de todas as forças que se identificam com o programa da candidatura da Dilma. Precisamos estende a ampla maioria social progressista, que apoio o governo Lula e a candidatura da Dilma, em força política e eleitoral, para criar uma maioria parlamentar progressista.

É talvez muito cedo para que a imensa massa beneficiária dos programas sociais do governo já tenha conseguido eleger seus próprios representantes – um tema central para que sejam não apenas sujeitos econômicos e sociais, mas também políticos, o que mudará definitivamente o Brasil, a ser uma democracia social e política.

É preciso mobilizar a todos os militantes de esquerda também para as campanhas parlamentares – para o Senado e para a Câmara -, para fazer chegar essa mensagem aos setores populares, majoritários e decisivos nos destinos do Brasil.

sábado, 12 de junho de 2010

2010 Ano-Mulher!

Elas Venceram!

Sim, caros leitores deste periódico, as mulheres deram a volta por cima, se impuseram e, hoje, disputam de igual para igual os espaços na sociedade e na comunidade internacional.

Outrora confinadas nos lares, criadas para serem ”Prendadas”, “Donas de casa” e terem como “Profissão” serem “Do lar”, ou, no máximo, “Domésticas”, as mulheres foram á luta. Mostraram quão errados estavam os que as julgavam seres dependentes do homem, sexo “frágil”, e outros adjetivos pejorativos com que a sociedade machista as rotularam ao longo dos tempos.

Incrível a trajetória dessas heroínas!

Foram muitos os avanços e conquistas. Não sem dor; Não sem mortes, inclusive; Não sem luta; Sem abrir mão de famílias, lares, carreiras, enfim...

Elas saíram daquela condição análoga a de escravos e foram á lua! Sim! Á lua, caríssimos leitores! A estação espacial internacional MIR abrigou-as já, entre seus tripulantes.

Antes, elas conquistaram a pílula e decidiram quando e se seriam mães e quantos filhos teriam! Ocuparam o lugar mais alto na hierarquia das empresas em que trabalhavam nos postos subalternos.

Conquistaram o direito de votar e participar da atividade política. Foram á universidade e hoje são Advogadas; Juízas; Procuradoras; Ministras dos Tribunais Superiores; Dentistas; Engenheiras; Políticas...

No mundo todo, alguns importantes países experimentaram a competência e o pulso firme das mulheres no posto político mais alto: A Presidência!

No Brasil, país com algum ranço machista ainda entranhado no seio da sociedade, ainda não tivemos tal oportunidade.

Mas, se Alemanha, Chile, Argentina e outros grandes países elegeram-nas para dirigir-lhes os destinos, qual a razão de o Brasil não poder fazê-lo?!

Sim! Nós Podemos!

E o faremos!

Nas Eleições 2010, em Outubro, o Brasil fará história e justiça ao gênero que já é maioria entre nós e elegerá a 1ª Mulher Presidente do País e optará pela consolidação do Contrato Social vigente, que está mudando para melhor a vida do povo brasileiro!

Não tenho dúvidas de que o modelo atual é o melhor caminho a seguir agora e nos próximos anos, e levará o Brasil ao G-4 em pouco tempo, reforçando o protagonismo e soberania alcançados pelo Brasil.

terça-feira, 1 de junho de 2010



Notícias
/ Governo Lula
| 09:22
01/06/2010
Bolsa Família aponta melhora da renda, melhora da educação e acesso a serviços.

A família brasileira típica beneficiada pelo Bolsa Família está no Programa desde 2005, é chefiada por uma mulher de 37 anos, de cor parda e que abandonou a escola depois de completar a 4ª série do ensino fundamental. É composta por quatro pessoas que, com o benefício, atingem um patamar de renda mensal de R$ 72,00 cada. Mora em casa com água encanada, esgoto, luz elétrica e coleta de lixo.

Esse é o retrato flagrado no fim de 2009 pelo Perfil das Famílias Beneficiadas pelo Programa Bolsa Família, apresentado ontem pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes, e pela secretária de Renda de Cidadania, Lúcia Modesto. Comparado aos estudos anteriores, o levantamento aponta não apenas uma melhoria na renda, mas nas condições gerais de vida da população atendida, que tem mais acesso à infraestrutura sanitária e serviços públicos.

“Essa última fotografia dos beneficiários mostra, por exemplo, o aumento do acesso das famílias à rede de água, luz e esgoto e ao ensino médio”, destacou Márcia Lopes.

O perfil, traçado com a compilação e o cruzamento das informações socioeconômicas do Cadastro Único do programa, aponta que o benefício do Bolsa Família representa, em média, 48% na renda das 12,4 milhões de famílias atendidas. No Nordeste, esse percentual é de 62%. A média da renda familiar per capita dos atendidos pela transferência de renda salta de R$ 48,69 para R$ 72,42 mensais.

Os avanços constatados pelo perfil não cessam na renda. No fim de 2009, 8,1 milhões de casas de famílias atendidas pelo programa tinham água encanada – o dobro do constatado em 2005. Também praticamente dobrou no período – de 3,7 milhões para 6,7 milhões – o número de domicílios ligados a redes de esgoto. Dentro do universo beneficiado pelo programa, o percentual de famílias que não tinham acesso à energia elétrica era de 13%, em 2005, e, em 2009, representava 10%.

Os índices educacionais dos responsáveis da família pelo recebimento do benefício também melhoraram em 2009 comparados a 2007, quando o MDS incluiu esse indicador no perfil dos beneficiários: os analfabetos representavam 17% e, no último levantamento, eram 13%; já a proporção de responsáveis pela família com ensino médio completo ou incompleto, que era de 13% em 2007, subiu para 17% em 2009.

A melhoria desses indicadores, para a ministra Márcia Lopes, guarda relação direta com as condicionalidades do programa.

“Temos indicadores que mostram queda da desnutrição e mortalidade infantil, redução do analfabetismo, da pobreza e da desigualdade, entre os resultados do Bolsa Família”, observou.

Apesar da melhora, a ministra ainda considera preocupante o nível de ensino do público do Bolsa Família: 82% dos 17,6 milhões de beneficiários com idade superior a 25 anos não completaram o ensino fundamental e 16% são analfabetos.

O estudo do MDS informa ainda que o Bolsa Família atende em torno de 49 milhões de pessoas; que metade dos beneficiários tem menos de 20 anos; que 71% são negros ou pardos; e que 65.106 famílias indígenas e 27.195 famílias quilombolas recebem o benefício.

Brasília Confidencial (www.brasiliaconfidencial.com.br)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Parceria.


Aqui, na Comunidade da Boca do Mato, estou encarando um grande desafio: Trazer para nossa comunidade o que nunca teve. Projetos Sociais; Garis Comunitários; Alfabetização e Cursos Profissionalizantes.
Minha diretoria e eu, conhecido como Tuca Maia por todos, juntamente com Carlinhos da Escolinha de Futebol,que está fazendo um grande trabalho com nossas crianças da Boca do Mato,nos unimos com todas as lideranças do Complexo do Lins: Amor/Guaraci e Léo Paixão;Árvore Seca/Jorge Carú;Cachoeira Grande/Lica;Cachoeirinha/David e Feijão;Cotia/ Gení; Encontro/Rosângela e Alberto; Quieto/Doroth; Matriz/Ednil; Gambá/ Adailton; São João/Libério; Boca do Mato/Tuca Maia e Ronaldo;Barão de Santo Ângelo/Beto;Camarista Méier/Betinho;Santa Terezinha/Sérgio Sobral e Soninha. Em parceria com estas comunidades, com muita luta e reuniões, estamos bem adiantados com as obras do PAC. E aqui em nossa Associação a diretoria está a todo vapor: Advogados trabalhando gratuitamente; Os anos em parceria com projeto para as crianças (PDA); Trabalho de serviços gerais para a comunidade com a firma RESOLV e FIA; (FUNDAÇÃO PARA A INFÂNCIA E ADOLESCENCIA) colocando nossos jovens para 1° emprego; Também conheci um amigo que é de grande importância por seus Trabalhos Comunitários: Ronaldo Sena, que foi presidente por quase 10 anos da comunidade Nova Divinéia no Complexo do Andaraí e agora Rubinho da Divinéia um novo companheiro nos ajudando nesta trajetória, não esquecendo do André (sub prefeito do grande Méier) e todas as lideranças que estão nessa luta.!
Por: Tuca Maia